Clínica VHG - Medicina Vascular
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Vasinhos nas Pernas: Causas e Tratamento em Fortaleza

Dr. Victor Hugo | CRM 1505105 de setembro de 2026

O que são os vasinhos nas pernas

Vasinhos, ou telangiectasias, são pequenos vasos dilatados logo abaixo da pele, com menos de 1 mm de diâmetro. Aparecem como linhas finas vermelhas, roxas ou azuladas, muitas vezes em forma de teia ou de galho.

Eles são diferentes das veias reticulares (esverdeadas, de 1 a 3 mm) e das varizes propriamente ditas (acima de 3 mm), mas costumam estar ligados a elas. Pela classificação CEAP, vasinhos e reticulares são o estágio C1 da doença venosa.

Sou o Dr. Victor Hugo, cirurgião vascular em Fortaleza (CRM 15051 | RQE 9653), ex-professor da Faculdade de Medicina Christus e criador do Modelo VHG™. Vou explicar por que os vasinhos aparecem, quando eles indicam algo maior e como a gente trata.

Por que os vasinhos aparecem

A resposta mais curta é genética. Se seus pais têm vasinhos ou varizes, a chance de você ter é muito maior. Mas outros fatores pesam:

  • Hormônios: estrogênio e progesterona relaxam a parede das veias. Por isso mulheres são mais afetadas, e gestações, anticoncepcionais e reposição hormonal aumentam o risco.
  • Idade: as paredes dos vasos perdem elasticidade com o tempo.
  • Ficar em pé ou sentada por horas: a bomba da panturrilha não trabalha e a pressão nas veias superficiais sobe.
  • Sobrepeso e sedentarismo: mais pressão, menos bombeamento.
  • Traumas locais: pancadas e lesões na pele podem dilatar pequenos vasos.
  • Sol em excesso: a radiação ultravioleta enfraquece a pele e favorece vasinhos no rosto e, em menor grau, nas pernas. Em Fortaleza, isso vale o ano inteiro.

Vasinho é só estética?

Na maioria dos casos, o incômodo é estético, e isso já é motivo suficiente para tratar. Mas uma parte das pessoas com vasinhos tem, por trás deles, veias reticulares nutridoras ou refluxo em veias maiores. Nesses casos, os vasinhos são a ponta do iceberg, e podem vir acompanhados de peso, queimação e cansaço nas pernas.

Se você trata só o que aparece e deixa a veia nutridora, o vasinho volta em poucos meses. Por isso, antes de qualquer aplicação, é preciso mapear a circulação.

Na Clínica VHG, a avaliação inicial (R$ 600) já inclui, no mesmo dia, o ultrassom Doppler e a avaliação com VeinViewer, um aparelho de infravermelho que enxerga veias até cerca de 10 mm abaixo da pele e mostra exatamente quais reticulares alimentam cada grupo de vasinhos. A gente não trata no escuro.

Como tratar os vasinhos nas pernas

A escolha depende do calibre, da cor, da localização e da extensão dos vasos. Quase sempre a gente combina técnicas no mesmo plano, dentro do Modelo VHG™.

Escleroterapia ampliada

A escleroterapia ampliada é a primeira escolha para vasinhos e microvarizes até 3 mm, como recomendam as diretrizes europeias (ESVS 2022). Um esclerosante (glicose, polidocanol ou outro, conforme o vaso) é injetado com agulha muito fina dentro do vasinho e provoca o fechamento da parede. Com as semanas, o organismo absorve o vaso fechado. O que a torna "ampliada" é tratar, na mesma visita, as veias nutridoras identificadas no VeinViewer.

  • Feita em consultório, sem anestesia e sem afastamento das atividades
  • Desconforto pequeno, comparado a picadas rápidas
  • Em média 3 a 4 visitas, com intervalo de 15 a 30 dias

Espuma densa

A espuma densa é o polidocanol transformado em microespuma. Ela desloca o sangue e tem mais contato com a parede da veia, o que permite fechar veias reticulares e microvarizes de maior calibre. O polidocanol tem leve efeito anestésico local, então a aplicação costuma ser bem tolerada. Quando indicado, é guiada por ultrassom.

Laser transdérmico 1064 nm

O laser transdérmico atravessa a pele e é absorvido pela hemoglobina dentro do vaso, que aquece e se fecha. É a melhor opção para vasinhos muito finos e vermelhos, difíceis de puncionar, e para quem tem muito medo de agulha. Em pele bronzeada ou morena, o ajuste dos parâmetros é essencial para evitar manchas.

Esclerolaser

É a combinação de escleroterapia e laser transdérmico na mesma sessão: o esclerosante fecha a nutridora e o laser finaliza os vasos mais finos. Na Clínica VHG, eu e a Dra. Gabriela Bernhardt, angiologista e cirurgiã vascular (CRM 18008 | RQE 11934), usamos essa combinação em casos selecionados.

E se ficar mancha?

Depois da escleroterapia, uma parcela das pessoas desenvolve manchas acastanhadas no trajeto do vaso tratado, pelo depósito de hemossiderina. Na maioria dos casos elas clareiam em alguns meses. Quando persistem, a gente trata com o ACROMA laser para manchas.

Cuidados antes e depois

Antes

  • Evite bronzeamento e autobronzeador nas pernas nas 2 semanas anteriores
  • Informe todos os medicamentos em uso
  • Venha com as pernas hidratadas, sem creme no dia

Depois

  • Meia de compressão conforme orientação
  • Caminhe normalmente; evite exercício intenso por 48 a 72 horas
  • Nada de banho quente prolongado, sauna ou piscina nos primeiros dias
  • Protetor solar e roupa cobrindo a área tratada por algumas semanas

Como evitar novos vasinhos

Prevenir por completo não dá, porque a genética continua. Mas dá para reduzir o surgimento de novos: tratar as veias nutridoras, praticar exercício regular, manter o peso, usar meia de compressão nos dias de muito tempo em pé, elevar as pernas no fim do dia e usar protetor solar.

Perguntas frequentes

Vasinhos voltam depois do tratamento?

Os vasos tratados tendem a não reabrir, mas a predisposição continua e novos vasinhos podem surgir em outras áreas com os anos. Muitas pacientes fazem uma revisão anual para tratar o que apareceu.

A aplicação dói?

É uma picada fina e rápida por vaso, bem tolerada pela maioria. Na espuma, o polidocanol tem efeito anestésico leve. O laser dá uma sensação de calor pontual, aliviada com resfriamento da pele.

Quantas sessões preciso?

Em média 3 a 4 visitas, com 15 a 30 dias entre elas. Casos pequenos resolvem com menos; casos extensos podem precisar de mais. O número é definido na avaliação.

Posso tratar vasinhos no verão em Fortaleza?

Pode. O cuidado é a fotoproteção da área tratada por algumas semanas. Como aqui o sol é forte o ano todo, essa orientação vale sempre.

Quanto custa o tratamento?

A avaliação custa R$ 600 com Doppler e VeinViewer incluídos, e o orçamento do tratamento sai no mesmo dia, de acordo com a extensão. Detalhei os valores em quanto custa a escleroterapia em Fortaleza. A clínica não atende convênios e parcela em até 10x sem juros no cartão.

Se os vasinhos estão fazendo você esconder as pernas, a solução começa por descobrir de onde eles vêm. Agende sua avaliação com Doppler e VeinViewer na Clínica VHG (RioMar Trade Center, Papicu) pelo WhatsApp (85) 99104-2483.

VH

Dr. Victor Hugo

Cirurgião Vascular em Fortaleza | CRM 15051 | RQE 9653

Cirurgião vascular, ex-professor da Faculdade de Medicina Christus e criador do Modelo VHG™, o modelo de cuidado que integra a Medicina Vascular ao Remodelamento dos Membros Inferiores. Especialista em tratamentos minimamente invasivos para varizes, com foco em resultados estéticos e funcionais.

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Tratamento de varizes em Fortaleza com técnicas minimamente invasivas.

Rio Mar Trade Center, Sala 1620 - Papicu, Fortaleza